Liberdade pra mim é ser eu mesma sem a permissão de ninguém. É ver o mundo com as cores que carrego na alma.
Não há momento para ser mais livre senão agora e não há outra palavra para o que sou, senão AMOR.
Liberdade pra mim é ser eu mesma sem a permissão de ninguém. É ver o mundo com as cores que carrego na alma.
Não há momento para ser mais livre senão agora e não há outra palavra para o que sou, senão AMOR.
Não gosto de exageros nas palavras, nos gestos, nas atitudes.
Meu silencio é facilmente interpretado.
As vezes é quando me silencio que deixo minha mensagem mais contundente,
é quando me afasto e te abraço de forma mais eloquente!
Ainda tenho muitos rios para atravessar.
Águas claras, águas turvas
Mas o que importa é que minha esperança
me ensinou a construir pontes.
Não gosto de dias sem côr,
de horas paradas, tenho pavor.
Causa-me estranheza e parece displicência
da natureza não colorir o céu.
Quanta amargura!
Não reclame tanto do sol, do calor
Nessa época do ano é sempre assim;
unidade baixa, temperatura alta.
Daqui ha pouco passa,
vem a chuva do cajú, lembra?
Então, deixa a natureza seguir seu curso!
Nossa, quando se percebe ja e quinta-feira.
O tempo voa, os sonhos tambem.
Tenho receio de não alcanca-los.
Eu sou forte porque já fui muitas vezes fraca,
Eu não tenho medo porque já fui muito medrosa
Eu tenho certa sabedoria porque já fui muitas vezes tola.
Não há medo nesse silêncio,
Não há palavra contida nem riso abafado.
Fiquei assim… sentei-me no canto da sala. Nosso pensamento que poderia coincidir,
Hoje diverge sem tréguas e sem explicação,
Que consequência pode decorrer da minha ilusão
Se no fundo imperativo manda meu coração?
Não há nada mais que esse silêncio.
Não há o que salvar.
Não reconheço sequer o vulto do que fomos.
Não é simples tampouco sem dor que admito perder você,
de vista, de pensamento; por falta de tentar, de retomar a conversa interrompida.
A escolha não feita, a mesa desfeita, a vida revirada.
É assim que os amores terminam, que as portas se fecham, que os caminhos se distanciam.
As mãos se esfregam, o olhar se perde, a cabeça pende. O vulto se distancia,
as promessas são quebradas, o sonho se encerra.
Eu sigo, você volta, nosso caminho torto transcende nossa capacidade de reinventar o amor,
que desintegrou na totalidade.
Não há o que provar. A dor e o silencio tem gosto de nada.
Como você me vê?
Sabes que para amar-me tens que aceitar o imprevisível,
o vulto que corre pela casa, que parte e chega sem hora,
o telefone que não para e as horas que não durmo.
Para amar-me tens que escolher à lua ao sol,
a poesia e a politica.
o riso frouxo, depois arredia.Se assim me vês, decerto me amas!